sexta-feira, 23 de setembro de 2011

CRASE

Crase é a fusão de a+a

 Representa-se graficamente a crase pelo acento grave.
 Os casos mais comuns de crase envolvem a preposição a e os artigos definidos a ou as.

  Observe, por exemplo, esta frase:
 Fui à escola.

 Fui-Termo que exige a preposição a.
a-Preposição.
a-Artigo.
escola-Palavra feminina que admite o artigo.

 Há alguns artifícios para saber se ocorre ou não crase.

 Observe:

1-Substitua a palavra feminina que ocorre depois do a por uma palavra masculina. Se aparecer ao ou aos diante da palavra masculina, a crase está confirmada.

 .Fui à praia. (Fui ao campo.) 
 .Enviei uma carta à ela (Enviei uma carta a ela.) 
 .Percorri as ruas das cidades (Percorri os bosques das cidades.)

2-Substitua o a por para a (s). Se a substituição for possível, ocorre crase.

 ."Também o impulso ao pensamento é o impulso à vida." (Também o impulso ao pensamento é o impulso para a vida.)
 .Falei a você que não viesse. (Falei para você que não viesse.)

3-Quando se trata de nome de lugar, construa a frase, usando o verbo voltar.

 .Fui a Curitiba. (Voltei de Curitiba.) 
 .Fui à França. (Voltei da França.)

terça-feira, 23 de agosto de 2011

O que é charge

A charge é um desenho ou uma pequena história em quadrinhos que possui um caráter humorístico e crítico. Destacam-se pela criatividade e abordagem de temas da atualidade. Os personagens geralmente são desenhados seguindo o estilo de caricaturas.

As charges são elaboradas por desenhistas e podem retratar diversos temas como, por exemplo, assuntos cotidianos, política, futebol, economia, ciência, relacionamentos, artes, consumo, etc.

As charges costumam ser publicadas em jornais, revistas, livros, etc. Com o desenvolvimento da Internet, apareceram vários sites especializados em apresentar charges animadas elaboradas em linguagem flash.

terça-feira, 9 de agosto de 2011

Caindo no lago

 Eu deveria ter seis anos na época, eu tinha ido à casa dos meus avôs eu Curupá, enquanto meus pais falavam com meus avôs, eu fui até o lago para ver os peixes, minha vó ainda me disse:“toma cuidado, não chega muito perto do lago”, eu não me importei e fui mesmo assim.
 Chegando lá fui na beirada do lago pra ver os peixes, na hora a beirada do lago desbarrancou e eu caí la dentro, fiquei apavorado, gritei pra caramba e ainda vi minha vó, meu pai e meu tio correndo na minha direção, meu tio pulou no lago e me tirou de lá.
 Depois que o susto passou e eu estava seco, pedi desculpas por ter desobedecido ela e agradeci meu tio por me tirar de lá.

                                                                                       FIM

terça-feira, 12 de julho de 2011

Características do gênero memórias

O gênero literário conhecido como memórias compreende, além dos dados pessoais e biográficos, valiosos depoimentos históricos em que se registram fatos políticos e sociais, paisagens, costumes e tendências artísticas.
Dá-se o nome de memórias ao gênero literário em que o autor, quase sempre em prosa, relata o que recorda, tanto de sua vida como dos acontecimentos marcantes do contexto em que ela transcorreu. As memórias têm como centro de interesse o próprio memorialista e são, por isso, trabalho fronteiriço com a autobiografia, o diário e as confissões.
Na antiguidade clássica, anteciparam o gênero o grego Xenofonte, no século IV a.C, com suas Memórias de Sócrates, e o imperador romano Júlio César, nos séculos II-I a.C., com um relato político-biográfico intitulado Comentários. Nesse plano dos que ainda não apresentavam os traços peculiares ao gênero.
No século XVII, foram francesas as maiores contribuições nesse campo. No século XVIII o gênero já encontra representantes legítimos. Repletas de informações históricas, as memórias desta época constituem importante fonte para os pesquisadores. Já na Itália, o gênero assume linha mais próxima da autobiografia.

terça-feira, 5 de julho de 2011

O que é gênero literário-memórias

O gênero literário conhecido como memórias compreende, além dos dados pessoais e biográficos, valiosos depoimentos históricos em que se registram fatos políticos e sociais, paisagens, costumes e tendências artísticas.
Dá-se o nome de memórias ao gênero literário em que o autor, quase sempre em prosa, relata o que recorda, tanto de sua vida como dos acontecimentos marcantes do contexto em que ela transcorreu. As memórias têm como centro de interesse o próprio memorialista e são, por isso, trabalho fronteiriço com a autobiografia, o diário e as confissões.
Na antiguidade clássica, anteciparam o gênero o grego Xenofonte, no século IV a.C, com suas Memórias de Sócrates, e o imperador romano Júlio César, nos séculos II-I a.C., com um relato político-biográfico intitulado Comentários. Nesse plano dos que ainda não apresentavam os traços peculiares ao gênero.
No século XVII, foram francesas as maiores contribuições nesse campo. No século XVIII o gênero já encontra representantes legítimos. Repletas de informações históricas, as memórias desta época constituem importante fonte para os pesquisadores. Já na Itália, o gênero assume linha mais próxima da autobiografia.