segunda-feira, 25 de junho de 2012

Três Grandes Tribos

Civilização Maia 
O povo maia habitou a região das florestas tropicais das atuais Guatemala, Honduras e Península de Yucatán (região sul do atual México). Viveram nestas regiões entre os séculos IV a.C e IX a.C. Entre os séculos IX e X , os toltecas invadiram essas regiões e dominaram a civilização maia.
Nunca chegaram a formar um império unificado, fato que favoreceu a invasão e domínio de outros povos. As cidades formavam o núcleo político e religioso da civilização e eram governadas por um estado teocrático.O império maia era considerado um representante dos deuses na Terra. 
A zona urbana era habitada apenas pelos nobres (família real), sacerdotes (responsáveis pelos cultos e conhecimentos), chefes militares e administradores do império (cobradores de impostos). Os camponeses, que formavam a base da sociedade, artesão e trabalhadores urbanos faziam parte das camadas menos privilegiadas e tinham que pagar altos impostos. 
cultura maia Arte e arquitetura: pirâmide da civilização maia
A base da economia maia era a agricultura, principalmente de milho, feijão e tubérculos. Suas técnicas de irrigação eram muito avançadas. Praticavam o comércio de mercadorias com povos vizinhos e no interior do império.
Ergueram pirâmides, templos e palácios, demonstrando um grande avanço na arquitetura. O artesanato também se destacou: fiação de tecidos, uso de tintas em tecidos e roupas.
A religião deste povo era politeísta, pois acreditavam em vários deuses ligados à natureza. Elaboraram um eficiente e complexo  calendário que estabelecia com exatidão os 365 dias do ano.
Assim como os egípcios, usaram uma escrita baseada em símbolos e desenhos (hieróglifos). Registravam acontecimentos, datas, contagem de impostos e colheitas, guerras e outros dados importantes.
Desenvolveram muito a matemática, com destaque para a invenção das casas decimais e o valor zero.
Civilização Asteca 
Povo guerreiro, os astecas habitaram a região do atual México entre os séculos XIV e XVI. Fundaram no século XIV a importante cidade de Tenochtitlán (atual Cidade do México), numa região de pântanos, próxima do lago Texcoco. 
A sociedade era hierarquizada e comandada por um imperador, chefe do exército. A nobreza era também formada por sacerdotes e chefes militares. Os camponeses, artesãos e trabalhadores urbanos compunham grande parte da população. Esta camada mais baixa da sociedade era obrigada a exercer um trabalho compulsório para o imperador, quando este os convocava para trabalhos em obras públicas (canais de irrigação, estradas, templos, pirâmides). 
Durante o governo do imperador Montezuma II (início do século XVI), o império asteca chegou a ser formado por aproximadamente 500 cidades, que pagavam altos impostos para o imperador. O império começou a ser destruído em 1519 com as invasões espanholas. Os espanhóis dominaram os astecas e tomaram grande parte dos objetos de ouro desta civilização. Não satisfeitos, ainda escravizaram os astecas, forçando-os a trabalharem nas minas de ouro e prata da região. 
cultura asteca Arte asteca e arquitetura: pirâmide da civilização asteca
Os astecas desenvolveram muito as técnicas agrícolas, construindo obras de drenagem e as chinampas (ilhas de cultivo), onde plantavam e colhiam milho, pimenta, tomate, cacau etc. As sementes de cacau, por exemplo, eram usadas como moedas por este povo.
O artesanato a era riquíssimo, destacando-se a confecção de tecidos, objetos de ouro e prata e artigos com pinturas. 
A religião era politeísta, pois cultuavam diversos deuses da natureza (deus Sol, Lua, Trovão, Chuva) e uma deusa representada por uma Serpente Emplumada. A escrita era representada por desenhos e símbolos. O calendário maia foi utilizado com modificações pelos astecas. Desenvolveram diversos conceitos matemáticos e de astronomia.
Na arquitetura, construíram enormes pirâmides utilizadas para cultos religiosos e sacrifícios humanos. Estes, eram realizados em datas específicas em homenagem aos deuses. Acreditavam, que com os sacrifícios, poderiam deixar os deuses mais calmos e felizes.

Civilização Inca
Os incas viveram na região da Cordilheira dos Andes (América do Sul ) nos atuais Peru, Bolívia, Chile e Equador. Fundaram no século XIII a capital do império: a cidade sagrada de Cusco. Foram dominados pelos espanhóis em 1532.
cultura inca pintura: arte inca
O imperador, conhecido por Sapa Inca era considerado um deus na Terra. A sociedade era hierarquizada e formada por: nobres (governantes, chefes militares, juízes e sacerdotes), camada média ( funcionários públicos e trabalhadores especializados) e classe mais baixa (artesãos e os camponeses). Esta última camada pagava altos tributos ao rei  em mercadorias ou com trabalhos em obras públicas.
Na arquitetura, desenvolveram várias construções com enormes blocos de  pedras encaixadas, como templos, casas e palácios. A cidade de Machu Picchu foi descoberta somente em 1911 e revelou toda a eficiente estrutura urbana desta sociedade. A agricultura era extremamente desenvolvida, pois plantavam nos chamados terraços (degraus formados nas costas das montanhas). Plantavam e colhiam feijão, milho (alimento sagrado) e batata. Construíram canais de irrigação, desviando o curso dos rios para as aldeias. A arte destacou-se pela qualidade dos objetos de ouro, prata, tecidos e jóias. 
Domesticaram a lhama (animal da família do camelo) e utilizaram como meio de transporte, além de retirar a lã , carne e leite deste animal. Além da lhama, alpacas e vicunhas também eram criadas.
A religião tinha como principal deus o Sol (deus Inti). Porém, cultuavam também animais considerados sagrados como o condor e o jaguar. Acreditavam num criador antepassado chamado Viracocha (criador de tudo).
Criaram um interessante e eficiente sistema de contagem : o quipo. Este era um instrumento feito de cordões coloridos, onde cada cor representava a contagem de algo. Com o quipo, registravam e somavam as colheitas, habitantes e impostos. Mesmo com todo desenvolvimento, este povo não desenvolveu um sistema de escrita. 

segunda-feira, 11 de junho de 2012

  O primeiro livro da série,"Deltora Quest As Florestas do Silêncio", começa com os amigos Jarred e Endon tendo de resolver com a misteriosa morte do pai de Endon, o rei de Deltora. Jarred observa seu amigo assumir o trono e o Cinturão de Deltora, a unica coisa que impede que o reino caia sob o castigo do terrivel Senhor das Sombras. Só que sentindo algo de ruim no reino de Deltora, Jarred investiga a historia de Cinturão e ve que seu amigo está sendo levado para uma armadilha. Fugindo do castelo por causa das armadilhas do inimigo, e vendo a verdade escondida, ele promete a si mesmo ajudar Endon e Deltora quando a sombra chegasse. E ela cai quando as pedras do Cinturão de Deltora são roubadas.

  
Anos mais tarde, Lief, um jovem de 16 anos, tenta sobreviver aos perigos das ruas de Del, perigos que são as patrulhas do Exercito do Senhor das Sombras. Só que no dia do seu aniversário, seu pai, o ferreiro Jarred, tem uma grande revelação para lhe fazer, uma que o colocará, junto com o mendigo e guerreiro Barda, em uma aventura para recuperar as pedras do Cinturão de Deltora e derrotar o vilão que escravizou o reino. Só que para isso eles terão que ir aos lugares mais perigosos do reino. E a primeira parada são as Florestas do Silêncio.
  
  Um livro bem escrito e programado para o publico juvenil, uma aventura perigosa escrita por Emily Rodda. Em época medieval, monstros, feitiços,  pragas e magia são elementos caracteristicos dessa história.
  
  Em uma linguagem simples de entender e prática para ler, Deltora Quest é ótimo para jovens e adultos que gostas de livros de aventura, fantais, ficção cientifica.

segunda-feira, 28 de maio de 2012

Mal ou mau

Mal com L e mau com U?

Mais uma dica na hora que pintar aquela dúvida na ultilização do mal e do mau.
o mal é um advérbio, ou seja, estará sempre modificando um verbo. veja o exemplo: "o Diogo passou mal na escola". "minha vó esta mal". "Quem nao fizer a lição você vai se dar mal". outra dica importante é trocar o mal por seu antônimo bem.
Ex:"o Diogo passou bem na escola". "minha vó esta bem". "Quem nao fizer a lição você vai se dar bem".




Já o mau, com u, é um adjetivo, ou seja, sempre estará modificando um nome. vamos ao exemplo: "Paulo é um garoto mau". "aquele menino é mau". para simplificar basta trocar o mau por bom.
Bom pessoa espero que estas dicas os ajudem na hora de produzir os vossos textos.
Ex:"Paulo é um garoto bom". "aquele menino é bom".

Acentuação das Paroxítonas

Na língua portuguesa há três tipos básicos de sinais para acentuação gráfica das palavras: acento grave (`), circunflexo (ˆ) e agudo (´). Chama-se acentuação gráfica quando as palavras recebem um sinal para marcar esses acentos pronunciados. Este artigo trata da acentuação das paroxítonas. 

Palavras paroxítonas

1. Acentuam-se as vogais 'a' , 'e', 'o' das sílabas tônicas das palavras paroxítonas terminadas em -l -n, -r, -x e -ps da seguinte maneira:
- com acento agudo se as vogais forem abertas:
açúcar (açúcares), afável, almíscar (almíscares), amável, alúmens, Aníbal, cálix, cadáver (cadáveres), córtex (córtices ), dócil (dóceis), dúctil (dúcteis), éter, Félix, fóssil (fósseis), hífen, ímpar (ímpares), píres, réptil (répteis), cármen (cármens), dólmen (dólmenes), éden (édens), líquen (líquenes), lúmen (lúmenes), tórax (tóraxes), bíceps (forma única), fórceps (forma única), etc.
- com circunflexo se as vogais forem fechadas:
aljôfar (aljôfares), âmbar (âmbares), bômbax (sing. e pl.), câncer, cânon (cânones), cônsul (cônsules), fênix, pênsil (pênseis), plâncton (plânctones), Tânger, têxtil (têsteis), vômer, etc. 2. Acentuam-se as paroxítonas terminadas em -ã(s), -ão(s), -ei(s), -i(s), -um(s), -uns(s) ou -us(s):
álbum (álbuns), acórdão(s), beribéri, bílis (sing. e pl.), íris (sing. e pl.), fórum (fóruns), húmus (sing. e pl.), júri (júris), lápis, miosótis, oásis (sing. e pl.), órfã(s), órfão(s), órgão(s), sótão(s), jóquei(s), amáveis, fáceis, fósseis, vírus (sing. e pl.), etc.
3. Acentuam-se o i e u que formam sequência com outra vogal, mas que não formam ditongos com ela:
aí, balaústre, cafeína, contraí-la, egoísta, faísca, heroína, juízo, Luís, país, saía, saída, saúde, traíra, viúva, etc.
4. Palavras paroxítonas terminadas em ditongos (crescentes ou decrescentes):
Acento agudo, se a sílaba tônica possui vogal aberta:
áurea, áureo, calúnia, espécie, búzio, mágoa, míngua, ágeis, férteis, fósseis, imóveis, jóqueis, pudésseis, quisésseis, tríduo, tínheis, úteis, variáveis, etc.
Acento circunflexo, se a sílaba tônica possui vogal fechada:
tênue, escrevêsseis, fôsseis, pôneis, etc.
5. As formas verbais têm e vêm - 3ª pessoa plural do pres. do indicativo dos verbos ter e vir e formas derivadas - recebem acento circunflexo.
6. Recebe acento circunflexo a forma verbal pôde (3ª pess. sing. pret. perf. indicativo) para diferenciar da forma pode (3ª pess. pres.indicativo)
Palavras proparoxítonas
Todas as palavras proparoxítonas têm acento (proparoxítonas reais ou aparentes): circunflexo ou agudo.
Angélica, árabe, cólica, exército, gótico, hiperbólica, histórico, límpido, público, devêssemos, fôlego, helênica, lâmina, lâmpada, lêmures, pêndulo, quilômetro, recôndito, etc.
nota:
São chamadas proparoxítonas aparentes as palavras que apresentam uma série vocálica pós-tônica considerada como ditongo crescente (-ea. -eo, -ia, -ie, -io, -oa, -ua, -uo, etc.):
náusea, etéreo, níveo, enciclopédia, glória, barbárie, série, lírio, prélio, mágoa, nódoa, exígua, língua, vácuo, amêndoa, argênteo, côdea, Islândia, etc.

segunda-feira, 7 de maio de 2012

Estados Unidos: Primeira Guerra Mundial, Grande Depressão e Segunda Guerra Mundial

Durante os primeiros anos da Primeira Guerra Mundial, que eclodiu em 1914, os Estados Unidos mantiveram-se neutros. Apesar da maioria dos estadunidenses simpatizarem com os britânicos e com os franceses, muitos eram contra uma intervenção. Em 1917, os Estados Unidos se juntaram aos Aliados, ajudando a virar a maré contra as Potências Centrais. Após a guerra, o Senado não ratificou o Tratado de Versalhes, que estabelecia a Liga das Nações. O país seguiu uma política de unilateralismo, beirando o isolacionismo.
Em 1920, o movimento pelos direitos das mulheres conseguiu a aprovação de uma emenda constitucional que concedia o sufrágio feminino. A prosperidade dos Roaring Twenties ("anos 20 florescentes, alegres, ruidosos ou vívidos") terminou com a quebra da Bolsa de Valores de Nova Iorque em 1929, que desencadeou a Grande Depressão. Após sua eleição como presidente em 1932, Franklin Delano Roosevelt respondeu à crise social e econômica com o New Deal ("novo acordo"), uma série de políticas de crescente intervenção governamental na economia. O Dust Bowl de meados da década de 1930 empobreceu muitas comunidades agrícolas e estimulou uma nova onda de imigração ocidental.
  Os Estados Unidos, neutros durante as fases iniciais da Segunda Guerra Mundial, iniciada com a invasão da Polônia pela a Alemanha Nazista em setembro de 1939, começaram a fornecer material para os Aliados em março de 1941 através do programa Lend-Lease (Lend-Lease Act; "Lei de empréstimo e arrendamento"). Em 7 de dezembro de 1941, o Império do Japão lançou um ataque surpresa a Pearl Harbor, o que levou os Estados Unidos a se juntar aos Aliados contra as potências do Eixo e ao internamento compulsivo de milhares de estadunidenses de origem japonesa. A participação na guerra estimulou o investimento de capital e a capacidade industrial do país. Entre os principais combatentes, os Estados Unidos foram o único país a se tornar muito mais rico, ao contrário dos restantes aliados, que empobreceram por causa da guerra. As conferências dos aliados em Bretton Woods e Yalta delinearam um novo sistema de organizações internacionais que colocou os Estados Unidos e a União Soviética no centro da política geoestratégica munidal. Como a vitória foi conquistada na Europa, uma conferência internacional realizada em 1945 em São Francisco produziu a Carta das Nações Unidas, que se tornou ativa depois da guerra. Tendo desenvolvido as primeiras armas nucleares, os Estados Unidos, usaram-as sobre as cidades japonesas de Hiroshima e Nagasaki, em agosto de 1945. O Japão se rendeu em 2 de setembro do mesmo ano, marcando o fim da guerra.

Regência Verbal e Nominal

Definição:
Dá-se o nome de regência à relação de subordinação que ocorre entre um verbo (ou um nome) e seus complementos. Ocupa-se em estabelecer relações entre as palavras, criando frases não ambíguas, que expressem efetivamente o sentido desejado, que sejam corretas e claras.
REGÊNCIA VERBAL
Termo Regente:  VERBO
A regência verbal estuda a relação que se estabelece entre os verbos e os termos que os complementam (objetos diretos e objetos indiretos) ou caracterizam (adjuntos adverbiais).
O estudo da regência verbal permite-nos ampliar nossa capacidade expressiva, pois oferece oportunidade de conhecermos as diversas significações que um verbo pode assumir com a simples mudança ou retirada de uma preposição. Observe:
A mãe agrada o filho. -> agradar significa acariciar, contentar.
A mãe agrada ao filho. -> agradar significa "causar agrado ou prazer", satisfazer.
Logo, conclui-se que "agradar alguém" é diferente de "agradar a alguém".
Saiba que:
O conhecimento do uso adequado das preposições é um dos aspectos fundamentais do estudo da regência verbal (e também nominal). As preposições são capazes de modificar completamente o sentido do que se está sendo dito. Veja os exemplos:
Cheguei ao metrô.
Cheguei no metrô.
No primeiro caso, o metrô é o lugar a que vou; no segundo caso, é o meio de transporte por mim utilizado. A oração "Cheguei no metrô", popularmente usada a fim de indicar o lugar a que se vai, possui, no padrão culto da língua, sentido diferente. Aliás, é muito comum existirem divergências entre a regência coloquial, cotidiana de alguns verbos, e a regência culta.
Para estudar a regência verbal, agruparemos os verbos de acordo com sua transitividade. A transitividade, porém, não é um fato absoluto: um mesmo verbo pode atuar de diferentes formas em frases distintas.