terça-feira, 9 de agosto de 2011

Caindo no lago

 Eu deveria ter seis anos na época, eu tinha ido à casa dos meus avôs eu Curupá, enquanto meus pais falavam com meus avôs, eu fui até o lago para ver os peixes, minha vó ainda me disse:“toma cuidado, não chega muito perto do lago”, eu não me importei e fui mesmo assim.
 Chegando lá fui na beirada do lago pra ver os peixes, na hora a beirada do lago desbarrancou e eu caí la dentro, fiquei apavorado, gritei pra caramba e ainda vi minha vó, meu pai e meu tio correndo na minha direção, meu tio pulou no lago e me tirou de lá.
 Depois que o susto passou e eu estava seco, pedi desculpas por ter desobedecido ela e agradeci meu tio por me tirar de lá.

                                                                                       FIM

terça-feira, 12 de julho de 2011

Características do gênero memórias

O gênero literário conhecido como memórias compreende, além dos dados pessoais e biográficos, valiosos depoimentos históricos em que se registram fatos políticos e sociais, paisagens, costumes e tendências artísticas.
Dá-se o nome de memórias ao gênero literário em que o autor, quase sempre em prosa, relata o que recorda, tanto de sua vida como dos acontecimentos marcantes do contexto em que ela transcorreu. As memórias têm como centro de interesse o próprio memorialista e são, por isso, trabalho fronteiriço com a autobiografia, o diário e as confissões.
Na antiguidade clássica, anteciparam o gênero o grego Xenofonte, no século IV a.C, com suas Memórias de Sócrates, e o imperador romano Júlio César, nos séculos II-I a.C., com um relato político-biográfico intitulado Comentários. Nesse plano dos que ainda não apresentavam os traços peculiares ao gênero.
No século XVII, foram francesas as maiores contribuições nesse campo. No século XVIII o gênero já encontra representantes legítimos. Repletas de informações históricas, as memórias desta época constituem importante fonte para os pesquisadores. Já na Itália, o gênero assume linha mais próxima da autobiografia.

terça-feira, 5 de julho de 2011

O que é gênero literário-memórias

O gênero literário conhecido como memórias compreende, além dos dados pessoais e biográficos, valiosos depoimentos históricos em que se registram fatos políticos e sociais, paisagens, costumes e tendências artísticas.
Dá-se o nome de memórias ao gênero literário em que o autor, quase sempre em prosa, relata o que recorda, tanto de sua vida como dos acontecimentos marcantes do contexto em que ela transcorreu. As memórias têm como centro de interesse o próprio memorialista e são, por isso, trabalho fronteiriço com a autobiografia, o diário e as confissões.
Na antiguidade clássica, anteciparam o gênero o grego Xenofonte, no século IV a.C, com suas Memórias de Sócrates, e o imperador romano Júlio César, nos séculos II-I a.C., com um relato político-biográfico intitulado Comentários. Nesse plano dos que ainda não apresentavam os traços peculiares ao gênero.
No século XVII, foram francesas as maiores contribuições nesse campo. No século XVIII o gênero já encontra representantes legítimos. Repletas de informações históricas, as memórias desta época constituem importante fonte para os pesquisadores. Já na Itália, o gênero assume linha mais próxima da autobiografia.

O que é memorial?

O Memorial se constitui em um exercício de interrogação de nossas experiências passadas para fazer aflorar não só recordações/lembranças, mas também informações que confiram novos sentidos ao nosso presente.
A forma como encaramos certas situações e objetos está impregnada por nossas experiências passadas. Segundo Ecléa Bosi (1979), através da memória, não só o passado emerge, misturando-se com as percepções sobre o presente, como também desloca esse conjunto de impressões construídas pela interação do presente com o passado que passam a ocupar todo o espaço da consciência. O que a autora quer enfatizar é que não existe presente sem passado, ou seja, nossas visões e comportamentos estão marcados pela memória, por eventos e situações vividas. De acordo ainda com essa autora, o passado atua no presente de diversas formas. Uma delas, chamada de memória-hábito, está relacionada com o fato de construirmos e guardarmos esquemas de comportamento dos quais nos valemos muitas vezes na nossa ação cotidiana.
O Memorial é o resultado de uma narrativa da própria experiência retomada a partir dos fatos significativos que nos vêm à lembrança. Fazer um Memorial consiste, então, em um exercício sistemático de escrever a própria história, rever a própria trajetória de vida e aprofundar a reflexão sobre ela. Esse é um exercício de auto-conhecimento.

terça-feira, 28 de junho de 2011

Sobre nósso trabalho de português

 A professora deu um trabalho em grupo de quatro pessoas antes da greve. O trabalho era sobre anúncio e propaganda, nos dividimos em duas duplas, eles fizeram o anúncio e a minha dupla fez sobre a propaganda.
 A outra dupla fizeram o anúncio sobre o coco da ilha e nós fizemos uma TV de papelão que rodava uma manivela,que girava dois papelões  cilíndricos que rodava um monte de papel com propagandas diferentes.
 Mas o trabalho foi interrompido pela greve dos servidores publicos.Depois de mais ou menos quarenta dias a greve acabou e apresentamos o trabalho depois de algumas aulas para a finalização.

quinta-feira, 21 de abril de 2011

O dia mais louco!

21/12/2012-Sexta-feira-07h00min (Enquanto eu estou indo para a escola)

  Hoje foi o dia mais louco da minha vida!
  Todo mundo na rua estavam se empurrando, se atropelando (porque todo mundo dizia que o mundo ia acabar e ninguém ia sobreviver), não aconteceu nada que diziam que ia acontecer, tirando que caiu um meteoro no refeitório da escola e mandou ela pelos ares (isso foi legal).Não aconteceu o fim do mundo (só do refeitório da escola), mas, apareceram uns milhares de naves espaciais pela cidade e todo mundo saiu correndo desesperadamente para suas casas, menos as crianças que correram para as escolas.

08h28min (Início da segunda aula na escola, ou do que sobrou dela)

  Todos os meus colegas da classe estavam agitados por causa das naves espaciais, eles não ficavam quietos, até os professores estavam inquietos. Então derrepente caiu uma nave no meio do pátio da escola, daí todo mundo saiu correndo e se atropelando para fora da sala, nisso eu não sabia o que estava acontecendo pelos próximos 5 minutos!
  Quando me toquei do que estava acontecendo eu já estava na frente do pátio da escola (nem me pergunte como cheguei lá), então eu vi a frente da nave se abrir, então sai correndo da escola pois não queria saber o que ia acontecer.

08h35min (Na rua)

  Enquanto eu estava correndo na rua, eu vi muitas pessoas tropeçando e caindo, também vi muitos policiais parando e atirando nas naves, mas as naves estavam muito rápidas então não deu nada.
  Um tempo depois (eu já estava meio ofegante) cheguei ao Mercado Campos e percebi que tinha uma nave parada na frente do mercado e um ET na frente da nave, o ET era de dois metros, de pele cinza escuro, com os olhos todo pretos, tinha três dedos nas mãos. O estranho é que o ET estava falando com algum senador da republica que eu não sei o nome, então eu me escondi ali perto pra saber o que estava acontecendo.
  O engraçado é que o ET sabia falar a nossa língua. Então eu escutei que no mundo dos ETs tinha acabado os materiais de fabricação e estavam pedindo um pouco emprestado, em troca os ETs iam dar a tecnologia deles.

12h00min (Em casa)

  Na TV o senador que falou com o ET explicou tudo o que estava acontecendo. Então passei o resto do meu dia vendo os ETs carregando um monte de coisas para dentro das naves.

17h55min (Ainda em casa)

  Os ETs voltaram para seu planeta e tudo voltou ao normal. Só o refeitório da escola que estão re-construindo

                                                
                                                 FIM!

terça-feira, 12 de abril de 2011